Latest Posts
Mostrando postagens com marcador Mad Reviews. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mad Reviews. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Mad Review: Sonic & All-Stars Racing Transformed

(Aviso! Esse texto faz diversas comparações com os jogos da série Mario Kart)

Cara, na boa, você gosta de Mario Kart? Responda com sinceridade. Você gosta? Eu também gosto! Você se diverte ou já se divertiu PACAS com esse jogo? Na moralzinha, sim ou não? Eu também! Não existe nada melhor do que atirar um arsenal mortal em cima de seu oponente no meio de uma corrida. Agora a pergunta final: Existe algum jogo do mesmo gênero que seja melhor do que o Mario Kart? Hmm? Não? NÃO? Oras seu fan-boy lazarento, eu estou aqui para mostrar um jogo que ultrapassa Mario Kart no quesito diversão e competição. Prepare-se para conhecer o SONIC & ALL STARS RACING TRANSFORMED!


“Putz grila! Lá vem esse imbecil com essa droga desse Sonic de novo! Depois fala que NÓS somos fan-boys” É! Você tem razão meu caro! Ultimamente as postagens aqui tem sido sobre Sonic, os dois primeiros podcasts são sobre Sonic. Eu fiz um vídeo sobre fan-boys e falei do Sonic, notícias do Sonic Boom... Sonic tá em todo lugar nessa espelunca! Sim, sim, você está coberto de razão, chocolate e flocos! MAS temos que dar graças ao Juiz que ouve aos DOIS lados. Em minha defesa tenho o seguinte a dizer: Fazem dois anos que tenho o primeiro Sonic All Star Racing. É um jogo legal sim e TOTALMENTE baseado no Mario Kart. E mesmo tendo gráficos melhores que o seu “rival” (quero ver alguém negar essa) O Mario Kart parece ser uma escolha melhor. Só que agora meu amigo, não tem jeito. SONIC & ALL STARS RACING TRANSFORMED (que a partir de já vamos abrevia-lo e chama-lo de SASRT) é melhor! Mais divertido e mais emocionante. É isso aí! Vá lá jogar para comprovar! Fim do review! Falooooou pessoal.
 ..
 ..
 ..
 ..




 ..

Ok... Eu não vou obrigar você a ir até lá, comprar o jogo e tirar suas próprias conclusões. Eu mesmo falarei e mostrarei o porquê desse jogo superar Mario Kart e se tornar o jogo de corrida mais divertido que há.




HISTÓRIA

O jogo não tem história então vou contar a minha. Era uma vez um final de semana. Nesse belo final de semana a Steam deixou o SASRT de graça por um tempo limitado. Até o final de domingo para ser específico. E eu que não estava muito afim de comprar o jogo por causa de seu antecessor, que é legal mas não é lá graaaande coisa, baixei para poder ver se vale a pena. No dia seguinte eu estava no caixa eletrônico pagando o boleto do mesmo jogo, pois após uma hora de jogatina free eu cheguei a seguinte conclusão: Eu preciso desse jogo agora! Tá, mas chegou a hora de responder o que você está pensando agora “PORQUE, SEU ANIMAL DESGRAÇADO DE TETAS, ESSE JOGO É MELHOR DO QUE MARIO KART??!!” Poxa, desapega desse Mario Kart aí cara! Vou explicar. SASRT é nada mais do que um jogo que pega os astros da Sega e as coloca em carros únicos para cada um deles e os fazem correr em pistas temáticas de jogos lendários da empresa. “Tá, tá! Mas isso eles já fizeram antes” Mais uma vez estás coberto de razão, só que esse aqui tem um... como posso dizer?... um “plus a mais” entendeu? E o que seria esse plus? A transformação de veículos é claro! Daí o “TRANSFORMED” dãã! O jogo não se limita somente a corridas no solo. A corrida se alterna na água e no ar também. Existem momentos em que o veículo se transforma para se adaptar a pista e isso altera POR COMPLETO a dinâmica do jogo.



GAMEPLAY

Veja bem, no primeiro All Stars Racing era só solo! Solo, solo, solo, solo. Graças a isso, o negócio ficou extremamente manjado, fazendo o tempo de vida útil do jogo diminuir, igual acontece com um outro aí que eu nem vou falar mais.... por enquanto. Aí chega nesse aqui. Daí você tá lá correndo de boas e completa uma volta no solo. Daí você pensa” HÁAA! Já era, dominei todos os trechos da pista. Já sei onde é melhor pra “dar uns drift” e ganhar velocidade e tudo mais” Aí do nada, DO NADA, um trecho do solo despenca e o percurso muda, fazendo você ter que passar por um rio! E aí “TCHUM PLAF BANG” o carro se transforma em um barco e o percurso muda completamente! Aí você entra em PÂNICO por estar controlando um barco, não consegue estabilizar o maldito barco porque ele é muito mais difícil de pilotar e a água geralmente está agitada e por isso o barco fica pulando pelas ondas e desviando da direção, obrigando o piloto a triplicar sua atenção na corrida. Além disso o trajeto mudou! Então DANE-SE o que você aprendeu na primeira volta! Vai ter que rebolar pra aprender rapidão o manuseio do barco em águas agitadas em um trajeto diferente. Daí beleza, terceira e última volta. Você conseguiu sobreviver ao trecho aquático e pensa que está pronto pra outro mergulho quando a pista desmorona e o veículo se transforma em um avião e mais uma vez o percurso muda! Agora você tem que controlar o eixo horizontal E VERTICAL ! Qualquer erro aqui pode ser o SEU FIM! Bom, obviamente isso não acontece em todas as pistas. Na verdade acontece em uma ou outra. Uma logo no começo e outra logo menos. Nem lembro! Algumas pistas vão ter o mesmo trajeto mas vão alternar os carros com barcos e aviões, algumas só com aviões e algumas só com os barcos. Vai haver casos onde a corrida já começa na água ou qualquer coisa onde um barco possa andar (Na pista do Golden Axe você vai sacar) e outras já começará em pleno ar! O fato é que essas mudanças de veículos acrescentam DEMAIS ao jogo, fazendo com que ele fique menos previsível ainda. O jogador deve aprender a dominar os 3 diferentes tipos de veículos para ser um verdadeiro mestre das corridas. Mas habilidade não é a única coisa que conta aqui. Você vai precisar combinar a habilidade com a sorte. Porque sorte? Porque existe os itens espalhados pelas pistas!



ITENS

Esses itens são completamente aleatórios. Você não sabe o que é até você pegar um. Esses itens podem ser fogos de artifício, drones teleguiados, tornados, enxame de vespas, bolas de gelo, peixe –bolha e o All-Star que é o movimento único do personagem. Existe também um item defensivo que é uma luva de baseball gigante que fica temporariamente atrás do seu carro para te defender de possíveis ataques. Entendeu o porque do fator “sorte”? Imagine que você já esteja dominando os 3 tipos de trajetos e aí está em primeiro lugar no final da corrida. Daí chega um infeliz usa um drone teleguiado em você, fazendo o seu carro perder uma velocidade gigante, aí o cara que atirou em você te ultrapassa e vence. Como você se sente? Mau não é? Claro que sim! Chega até a soar injusto uma coisa dessas. É por isso que é sempre bom ter um item com você quando estiver vencendo. Se alguém te atrasar você já tem o troco guardado.



PERSONAGENS

Os personagens são basicamente alguns do Sonic (Sonic, Tails, Knuckles, Shadow, Amy e Eggman) e o resto de outras franquias da Sega, como o Gilius do Golden Axe, Joe Musashi do Shinobi, Alex Kidd entre outros. Na versão PC (Versão jogada por esse que vos escreve) existem personagens exclusivos como o Heavy, Pyro e Spy do Team Fortress 2, Football Manager e mais alguns. O ideal é você ter domínio sobre uns 4 personagens diferentes pro caso de você se aventurar nas partidas online. Se alguém escolher algum que você domina, você tem outros ao seu dispor. Existem 5 atributos que são aplicados nos personagens. São: Velocidade, aceleração, direção, boost e all-star. Cada um varia de 1 a 5 pontos e essa distribuição varia a cada personagem. Existem os Mods, que alteram a distribuição de pontos do personagem. Se por exemplo o Sonic tem5 pontos de velocidade e 3 de direção, um Mod específico retira um ponto de velocidade e adiciona um de direção. Ou seja, é possível customizar a performance do seu corredor com os Mods. Para desbloquear Mods é necessário dar “Level Up” no seu corredor. A cada “Level Up” um Mod é desbloqueado para o personagem. São 6 mods no total. Para dar Level Up é necessário simplesmente correr com o personagem. Quanto mais você corre, mais pontos de experiência você ganha. Ao conseguir um número determinado de experiência, o personagem sobe de nível. Legal né?



PISTAS

Conforme dito antes, as pistas são localizadas em cenários de jogos da Sega. Nelas você encontra percursos doidões, penhascos, rampas e armadilhas. Os cenários são dos jogos: Sonic the Hedgehog (vários jogos), After Burner, Super Monkey Ball, Shinobi, Golden Axe, Panzer Dragon, Samba de Amigo, Billy Hatcher, Skies of Arcadia, Nights, Burning Rangers, Golden Axe, Curien Mansion e ainda tem um DLC do Outrun. Ou seja meu amigo, é pista pra caramba.


TRILHA SONORA

As músicas são remixes das canções do jogo. Se estiver em uma pista do Golden Axe, vai tocar uma música clássica com roupagem moderna. São todas muito bem-feitas e divertidas. Nada mais a declarar.



FINALIZANDO...

Entenderam o porquê de eu falar que esse jogo é melhor do que um Mario Kart? Eu quero deixar uma coisa bem clara aqui: Com certeza todo mundo vai falar que eu sou suspeito de falar que esse jogo é melhor porque eu sou fã de Sonic e tudo mais. Bom, Já tiveram vários jogos de corrida do Sonic. Teve Sonic R, Sonic Riders e até mesmo o primeiro Sonic & Sega All-Stars Racing e, mesmo esse último tendo quase chegado no mesmo nível do encanador bigodudo, eu semrpe dizia que Mario Kart é melhor. Só que não tem jeito mesmo minha gente. Esse jogo aqui supera o Mario Kart. É a vida e temos que aceitar isso. E digo mais ainda. Mario Kart faz sucesso até hoje por causa do carisma do personagem. Mas será que é tão divertido assim? Pensem bem. Lembrando que sempre amei o bigodudo da Nintendo =)

Se você quiser testar SASRT, na PSN, Xbox Live (Nintendo eShop? Alguém pode me confirmar isso) e Steam tem a demo. Jogue e comprove tudo o que foi falado nesse review antes de tacar pedras, fan-boy desmiolado.

Seja feliz jogando essa obra prima no seu Xbox 360, Playstation 3, Nintendo Wii U, Nintendo 3DS, PC, Android e iOS.

Vejam um vídeo de gameplay:

more »

terça-feira, 16 de julho de 2013

Mad Review: The Last of Us



Acho que todo mundo estava tão animado quanto eu para o lançamento de The Last of Us e não tem outra forma de começar esta analise sem dizer obrigado. Obrigado a Sony e a Naughty Dog pela oportunidade de jogar um jogo tao sensacional quanto este. Eu sei que temos Call of Duty – Ghots, GTA V, Batman: Arkham Origins, Assassin's Creed IV Black Flag, entre outros títulos chegando em 2013, mas eu acho muito difícil alguns desses bater The Last of Us como melhor jogo do ano. Bom, vamos para o jogo agora.



Apontado como o cidadão Kane da nossa geração, a história de The Last of Us é uma obra prima dos consoles, ouso falar que uma das melhores já feitas. Protagonizado por Joel e Ellie a história mse passa em mundo onde um vírus praticamente exterminou a raça humana, infectando nada menos que 70% dela. Os poucos que sobreviveram vivem em zonas de quarentena ou em abrigos onde a comida é extremamente limitada. Nesse contexto que entra Joel, um dos sobreviventes desse mundo que ganha a vida fazendo trabalhos “extracurriculares” e um desses trabalhos é atravessar o país para levar Ellie a um outro abrigo de refugiados. Vou parar por aqui para não dar spoilers, porque sério, vocês não vão querer perder as descobertas desse jogo.


The Last of Us te leva para uma experiência totalmente inovadora de Gameplay, onde você tem um caminho linear, mas ao mesmo tempo não, pois você pode explorar praticamente todos os lugares do cenário, entrando em várias casas, descobrir alguns cofres perdidos e até armas escondidas (sim, você pode terminar o jogo sem ter todas as armas do jogo) o que é muito bom, pois durante essa procura você encontra várias peças para evoluir suas armas e pílulas para desenvolver suas habilidades (um pouquinho de Tomb Raider com Dead Island nessa parte). O movimento das personagens é praticamente perfeito, alinham-se direitinho com o movimento do corpo, por isso você realmente pode esperar deles, com a exceção de uma única coisa: VOCÊ NÃO CONSEGUE PULAR! Não que isso afete algo em relação ao jogo, de forma alguma, mas dá uma tristezinha no coração não conseguir fazer isso livremente J.
Outro ponto muito forte do gameplay são os personagens que te acompanham, eles não te atrapalham!. Confesso que se tinha uma parte que me deixava com um pouco de medo era essa (más lembranças de 007), porque até em Uncharted isso acontecia algumas vezes, mas ao longo do jogo eles praticamente não precisaram da minha assistência, pelo contrário, eles me ajudaram bastante. Portanto palmas para a Naughty Dog.





Toda as fotos acima são de momentos dentro do jogo e como podem ver, o jogo está impecável! As paisagens do jogo são de deixar você pasmo, quantas vezes não parei o jogo para ver a paisagem a minha frente (ai sai correndo pois comecei a ouvir um clicker, explicarei posteriormente). As expressões das personagens são impressionantes junto com a dublagem (tanto em inglês ou português) fazem você praticamente conseguir sentir o que Joel, Ellie ou qualquer outro personagem está sentindo, seja raiva, alegria ou medo, você está junto com eles, gerando uma empatia absurda com os personagens, fazendo com que você se apaixone pelo jogo ainda mais. Uma única vez no jogo inteiro eu vi uma falha, e foi bem no comecinho, quando o braço do Joel ficou meio que passando pela cabeça da Ellie (o que me lembrou um pouquinho de PES e/ou FIFA)



Voltando para o Gameplay, durante o jogo você vai enfrentar, praticamente, 4 tipos de inimigos:
Infectados nv.1 – Chamados de Runners, pois eles correm pra caramba. Eles tem pouca visão (não conseguem enxergar a luz sua lanterna) mas ainda assim conseguem te ver.
Infectados nv.2 – Chamados de Clickers, você vai entender quando jogar. Sem visão nenhuma, mas com uma audição excelente, portanto cuidado, pois mesmo andando agachado eles conseguem te ouvir.
Infectados nv.3 – Chamados de Bloater, praticamente um megazord e esse vocês vão descobrir por si mesmos.
Humanos – Normalmente são caçadores perambulando pelos lugares.
Bom e como diria nosso colega Rick Grimes, “nesse novo mundo em que vivemos não se preocupem tanto com os walkers, eles são previsíveis, se preocupem de verdade com os seres humanos”. Substitua “Walkers” por “infectados” e essa frase cai como uma luva para nós, pois você vai se surpreender com algumas cenas do jogo.



Além do modo Single Player, The Last of Us possui um modo multiplayer e ele é extremamente simples. As partidas colocam os jogadores em duas facções (Hunters ou Fireflies) para se atacarem (bem no esquema de um “Team Deathmatch”) com duas opções de jogo, o “Supply Raid” e “Survivor”.
A cada partida, ganhando ou perdendo, você recebe suprimentos e cada jogador é líder de um clã que precisa sobreviver por 12 semanas. Cada partida é um dia.
Aleatoriamente eventos ocorrerão que ameaçarão seu clã, ai você terá que completar alguns objetivos para superá-los e a cada dia que passa os desafios aumentam mais.
É possível unir sua conta do Facebook com o jogo, mas nada que afete diretamente o gameplay do multiplayer, por exemplo, eles aparecerão fazendo tarefas como buscar água, consertar um dos carros ou eles vão escolher três amigos aleatórios e você terá que escolher um deles para sobreviver (sim, seu clã diminui e aumenta o tempo todo).
Como podem notar o Multiplayer está bem cru ainda, vai te divertir por algumas partidas, mas você logo vai cansar. Mas acalme-se alguns DLCs já estão programados para o jogo então creio que veremos mudanças por aí!




Em resumo, The Last of Us é espetacular em praticamente todos os aspectos. A campanha de Single player deve durar em torno de 13 a 15 horas. E as dificuldades variadas vão te prender nele por um bom tempo, ainda mais com a possibilidade de jogar um New Game + e ainda contar com uma quantidade bem grande de colecionáveis, artworks e afins, ou seja, pacote mais que completo. Minha recomendação para esse jogo não poderia ser outra a não ser 100%.

Abaixo segue uma gameplay comentada para terem uma ideia do jogo.



Sigam o canal dele, é muito bom. ZEmersonGamer
more »

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Mad Review: Solatorobo: Red The Hunter

Você leu o nome do jogo? Sim? Leia novamente.

Você por acaso conhece este jogo? Já ouviu falar dele? Não? Bom, isso era esperado. Agora, se você conhece o jogo, venha cá me dar um abraço, pois será a segunda pessoa que já me falou que conhece.

Convidada pelo meu colega Nick e agora fazendo parte dessa bagaça (no bom sentido, claro X3), venho falar deste jogo que, surgindo de forma tão inesperada em minha vida, a marcou tanto a ponto de se tornar meu RPG favorito e motivo de inspiração para muitas coisas.






Lançado em 2010 (no Japão, no resto do mundo foi em 2011) para Nintendo DS, foi considerada a sequência espiritual de Tail Concerto (1998), de Playstation One. Sequência espiritual pois tem as mesmas características, mas um não está diretamente ligado ao outro, nem é possível saber qual acontece depois de qual. É um RPG de jogabilidade consideravelmente simples, e por ser para DS, a tela Touch é pouco explorada, mas isso não ofusca suas outras qualidades. Além de explicar cada um de suas funções, aqui vou tentar listar 3 motivos para se jogar (além do fato de eu estar falando do jogo, e acho que isso já é o bastante u.u):

Produtores

É da Bandai gente. O jogo foi produzido e distribuído pela Bandai Namco!
PS: nos EUA foi distribuído pela XSEED e na Europa pela Nintendo, mas ainda se vê o logo da Bandai Namco na inicialização. ^^

Jogos da Bandai não são de se deixar desejando em algo, peguemos como exemplo Tekken e o nostálgico Pac-Man. Ah, e Ace Combat também, não podemos esquecer do diviníssimo Ace Combat. *U*

 

Além da Bandai, também tem a CyberConnect2, que ficou responsável pelo desenvolvimento. Você conhece o estúdio pela sequência do jogo .hack e Naruto Shuppuden. Ela, além de fazer animações espetaculares, ficou responsável pelas aberturas, e olha, depois delas, tenho certeza que sua vontade por conhecer o jogo aumentará. Mas vamos falar melhor disso adiante.

Uma das várias cutscene maravilhosamente bem animadas e bem feitas


Arte e musicalização

Hoje em dia muitas pessoas só ligam para gráficos se estes fores realistas. Se os movimentos do personagem não forem o mais próximo possível do real, o jogo não presta. É claro que nem todo mundo pensa assim (glórias...), mas a primeira coisa que o jogo impressiona no que diz respeito a gráficos é a abertura.

Duvidam? Dêem uma conferida vocês mesmos:



Pensou que era de um anime, né? Pode falar que sim, pois eu pensei a mesma coisa, cheguei até a pesquisar, mas na verdade foi o método utilizado pela CyberConnect2, o mesmo usado em Tail Concerto.

Todos sabemos que a capacidade gráfica de um Nintendo DS não é muito grande (admitam, nintendistas >_>), mas neste jogo eles aproveitaram o que tinham ao máximo. Os gráficos não são realistas, mas de uma arte muito bela e bem feita. Gráficos artísticos, sabem? Com riqueza de cores. As formas não precisam ser exatas, os movimentos não são precisos, mas é possível entender exatamente o que acontece na cena, com todos os objetos, tanto aqueles que de interação com o jogador como aqueles que estão ali só para ocuparem espaço ou completarem o cenário. Não saberia comparar com artes de outros jogos, mas ainda sim, são admiráveis. Isso na minha humilde opinião claro. Uma curiosidade é que só comecei a realmente prestar atenção nos gráficos artísticos depois de jogar este jogo.

Agora a música. Ah, a música, tão bela, tão complexa, falando conosco de formas diferentes.



Em alguns lugares, se você comprar o jogo, vêm junto um CD com parte da trilha sonora (meu sonho de consumo), e esta foi muito bem feita. Posso comparar às trilhas sonoras de jogos como The Legendo of Zelda, com direito a orquestra, e algumas músicas são até cantadas! A da abertura e a do encerramento, minha favorita, tem a letra que condiz com partes da história ou com um personagem, além de ter uma melodia maravilhosa.



Tanto arte quanto trilha sonora foram muito bem feitos, que encantam e surpreendem a cada instante, suprindo o que pode vir a faltar no jogo, coisa que vale a pena ser apreciada.

História

Se é um RPG, tem que ter história, senão não pode ser chamado de RPG.

Aqui você controlará um Caninu de 17 anos chamado Red Savarin nas ilhas flutuantes de Shepherd Republic. Vamos deixar algumas coisas bem claras:

  1. O jogo se passa em uma era pós-apocalíptica, onde os humanos foram extintos
  2. Existem duas raças que dominam o mundo: os Caninus (furry’s baseados em cachorros) e Felinekos (furry’s baseados em gatos).
  3. PS: Não sabe o que é um Furry? Criaturas humanóides com características de animais. Ok?
  4. As “nações” ficam em ilhas flutuantes sobre um mar de plasma mortal. Bacana, né? =3


Uma Felineko e uma Caninu; deu ara entender a diferença agora?

Outro aspecto que é legal ressaltar é que a tecnologia lá é bem avançada. Avançada a ponto de se poder controlar, modificar e até capturar robôs, ou mechas, sem falar que o único meio de transporte são as naves, claro. A maioria dos personagens tem seus mechas, e o que você controla se chama Dahak. Sim, e aqui vemos outros 2 pontos importantes (e bem legais): você controla um personagem que controla um mecha, ou seja, acaba controlando 2 de uma vez só. o/

Mecha Dahak

Bom, sabendo estes detalhes, a história é dividida em duas partes. Na primeira, você, ou Red, vai cumprir uma missão, que é resgatar um documento roubado. Ah, outra coisa: você (ou Red) é um Hunter, que pode ser traduzido como Caçador ou, o que eu prefiro, Mercenário. Voltando a história, você e sua irmã, Chocolat, a bordo da Asmodeus, sua nave/casa/quartel/o que mais você quiser, voam até outra nave onde executarão a missão. A outra nave pertence a uma organização chamada Kurvaz. Se ela é boa ou má, sei lá, decidam vocês.

Lá, algumas coisas acabam saindo errado, como uma criatura gigantesca (gigantesca mesmo! o_o’) surgir em meio ao mar e atacar a nave, fazendo com que Red tenha que sair de lá às pressas, e outra é ele encontrar uma criança ferida, desacordada no meio do caminho, se arriscando decidindo salvá-la.

Bom, acho que este trecho já basta para atiçar sua curiosidade, mas isso não é nem a primeira linha do que realmente é a história deste jogo, cheia de reviravoltas, segredos e surpresas, principalmente na segunda parte. Se você é alguém que se liga mesmo em um jogo com bom enredo (como eu X3), esse aqui é perfeito para você. Cada fala e ação são importantes, e de alguma forma serão lembrados mais para frente, no decorrer do jogo. Não, este jogo não é como Final Fantasy, que tomando uma ação diferente, final será diferente. Tem um começo e um fim, dividido em duas partes, mas cada um dos capítulos (as subdivisões) tem seu charme.

 


Jogabilidade

Eu disse três motivos para jogá-lo, e o fiz, este é só para explicar melhor sobre o jogo e sua jogabilidade (ah,vá! ¬¬).

Como disse anteriormente, as coisas são simples: as setas andam (não esqueçam que o cenário é 3D, ou seja, tem noção de profundidade), o B pula/corre, o A ataca/agarra, o Y alterna a interface Red/Dahak, e o X acessa o menu (de acordo com os botões de um DS), e sim, realmente concordo, a tela touch poderia ter sido muito mais usada, mas não se pode vencer todas... Com a interface do Red não dá pra se fazer muita coisa, só subir/descer escadas, paralisar oponentes, abrir baús e apertar botões. Já com o Dahak, basicamente se faz tudo com ele: agarra caixas, pula plataformas, e claro, batalha!

Os comandos de batalha, no começo, são básicos, agarrar – jogar – pular – arremessar, mas mais para frente, com a aquisição de Rings (a moeda do jogo), pode-se comprar peças para complementar seu mecha, aumentando ataque, defesa, velocidade, além de comprar atualizações e outras versões dos mesmos. A partir daí, as batalhas ficam mais, como posso dizer, interessantes... -w-

Depois de se terminar a história central, existem várias quests repetíveis, além de três áreas muito legais acessíveis depois de certo tempo no jogo. A primeira é o rinque de batalhas. Lá você pode socar todo mundo e ganhar uns Rings extras para comprar aquela peça legal. A segunda é a área de vôo, onde você escolhe algo parecido a um acessório de seu mecha, podendo voar com ele, e apostando corridas alucinantes. Se acha que as corridas são fáceis, é melhor pensar duas vezes, não peguei o jeito daquela coisa até agora. --‘


A terceira é a área de pesca. Sim, pesca mesmo. Lembram que eu disse que é possível capturar mechas? Bom, o esquema é mais ou menos este, e é aqui onde você faz isso. Algumas criaturas pegam peças de naves que afundam no mar de plasma e colocam em seu próprio corpo, como aquela espécie de siri que cola pedras em sua concha para se camuflar no fundo do mar. Mas aqui o intuito não é se camuflar, já que viram bichos enormes e difíceis de se puxar com a vara, dependendo da dificuldade. Se está de saco cheio de perder nas corridas, aqui é um bom lugar para desestressar. =3

Se tudo isso ainda não foi suficiente, e você acha que o jogo não vale a pena, posso apelar... Conhece a Famitsu? Sim, aquela revista sobre jogos muito famosa no Japão. Então, ela não avalia todos os jogos lançados por aquelas bandas? Sabe que nota deu para Solatorobo: Red The Hunter? Só 33/40, só isso. Acho que, para chegar quase à pontuação máxima, alguma coisa legal o jogo deve ter, no mínimo. A própria revista oficial da Nintendo, nos EUA, avaliou e deu 81%, se quiser é só dar uma olhada aqui. Outras revistas e sites de prestígio também avaliaram o jogo, e a média foi a mesma: de média alta para alta, todos elogiando a animação, gráficos e música, e a interação de todos eles com o jogador.

O dia-a-dia na Asmodeus, a nave de Red.

Bom, já chega, bajulei meu jogo favorito demais, assim todos vão começar a amá-lo também... >_> Brincadeira, quero mesmo que o jogo seja conhecido e difundido, pois é muito bem feito, merece ser reconhecido, e tenho certeza que te dará horas e horas de diversão.



Até mais pessoal! ^^/
more »

sábado, 25 de maio de 2013

Mad Review: Alan Wake



Eu acredito que poucas pessoas conhecem esse jogo porque ele começou como um exclusivo de Xbox 360, só que mais tarde foi portado pros PCs porque os PC Gamers precisam ser bajulados também com jogos maneiros. Alan Wake é um jogo maneiro, criado pelo estúdio Remedy e distribuído pela Microsoft Studios. Esse jogo é mais para quem gosta de ficção e suspense, porque... na boa, esse jogo mexe com a sua cabeça como nenhum outro (ok talvez não tanto assim, mas deu pra sacar a pegada)

ENREDO



Tudo tem início quando o escritor Alan Wake decidiu que já está na hora de parar de escrever livros por enquanto e tirar umas férias numa cidadezinha pacata chamada Silent H... não pera, BRIGHT FALLS é o nome dessa cidadediznha. Só que ele não vai sozinho, ele leva a esposa junto, Alice Wake.

Só que quando o Alan estava indo pra lá, ele começa a ter pesadelos. O primeiro pesadelo que ele tem é o prólogo do jogo. Nesse pesadelo, Alan é perseguido por um personagem fictício de um dos livros dele, que está afim de matar o próprio criador.

Logo após esse pesadelo, eles chegam em Bright Falls, e a primeira coisa que Alan precisava fazer era pegar as chaves para a cabana que eles alugaram, aonde eles iriam ficar. A chave com o proprietário da cabana, Carl Stucky, que estava frequentando uma cafeteria local.

Só que o Alan, sortudo que é, encontra uma velha coroca chamada Barbara Jagger. Mas não é uma velha coroca qualquer, não é uma mãe joana da vida, é uma velha que tá com roupa de velório, do tipo daquelas velhas bem "assustadoras". Enfim, essa velha deu uma chave e as instruções de como chegar a "cabana" que eles alugaram.

E é aí que a zuera começa! No momento em que os Wakes chegaram no local prescrito pela velha coroca, eles já sentiram-se "renovados", por nunca ter visto um lugar tão belo e tal. Só que... quando chegou a noite, um "monstro"em forma de nuvem preta invade o lugar e literalmente sequestra Alice, jogando ela pra dentrro de Caldron Lake, um lago bem profundo, próximo da cabana. E Alan, louco da vida, mergulha na tentativa de achar Alice. Só que claro, não consegue. E no fim, isso acabou fazendo ele entrar no "mundo dos Takens", que tem um nome: Dark Place.

E basicamente é essa a história do jogo, o resto eu explico melhor logo abaixo.

PERSONAGENS

Alan Wake: na boa fera, o jogo se chama "Alan Wake", esse então só pode ser o protagonista dessa bagaça! Ele é um escritor (ele faz livros, coisa que ninguém mais compra) e quando ele decide tirar aquelas férias, o mundo dele desaba! Ele tem uma personalidade muito do tipo "eu sei me virar sozinho" porém ele pensa racionalmente, diferente de alguns retardas que tem nesse jogo. Seu melhor amigo é uma lanterna, que ele usa pra combater os "Takens".

Taken: são os inimigos que você "mata" no jogo, "mata" entre parênteses mesmo porque eles não morrem de verdade, eles tipo evaporam no ar quando você "mata" eles. Esses Takens são tipo, seres criados pela Dark Presence (Presença Escura) para eliminar qualquer coisa que veio de fora da Dark Place. O engraçado é que não existe Taken mulher, são todos homens.

Alice Wake: É a esposa do Alan, porque todo escritor de sucesso tem que ter uma esposa, não é mesmo Steve King? De qualquer forma, ela é a atração do enredo, ao estilo "a princesa (Alice) foi raptada pelo dragão (Dark Presence) e o cavaleiro (Alan) precisa resgata-la. E é assim que ela passa praticamente o jogo inteiro. Em algumas cutscenes ela aparece mas como memórias vindas de flashbacks. Ah, e antes que eu me esqueça, Alice tem uma fobia relacionada a ter medo do escuro, então sempre que ela se encontra em um lugar escuro, ela fica com medinho e pede pro Alan acender a lanterna.

Barry Wheeler: É o amigo e empresário babaca do Alan. Ele tem uma personalidade um tanto "herp derp" porque no começo do jogo ele fica enchendo o saco do Alan falando que ele está ficando louco e que ele precisa de tratamento, só que quando ele percebe a zueira com a Dark Presence ele fica tipo "oh não você tava certo Alan desculpa tá?". Ele também é meio cagão, as vezes quando um Taken aparece ele fica todo "oh não me ajudem senão vou borrar minahs calças", mas tirando essas coisas ele é companheiro fiél do Alan e vai ajuda-lo em tudo que ele precisar. Eu disse TUDO.

Barbara Jagger: Provavelmente você está confuso, então deixa eu esclarecer uma coisa: BARBARA JAGGER É A DARK PRESENCE! Quero dizer, dentro do jogo Alan Wake é claro, antes dos eventos desse jogo ninguém sabe o que foi de fato a Dark Presence, mas enfim. Ela era a esposa de Tomas Zane, que morava com ele na cabana que o Alan fica no começo do jogo, só que ela morreu afogada em Caldron Lake, e com isso, acabou acordando a Dark Presence, e a Dark Presence acabou tomando posse do corpo dela. Então, dá pra entender que a Barbara é praticamente a "Big Boss" desse jogo.

Tomas Zane: Foi um escritor de sucesso, que nem Alan Wake, só que lá pros anos 70. Após a morte da Barbara, Tomas começou a ficar loucão (tipo que nem o Alan) e a insanidade acabou levando-o para dentro da Dark Place (igual o Alan também, poxa vida! Quantas coincidências!). Daí, Tomas ficou vagando igual um verme, sem rumo da vida, até que encontra o Alan e decide ajuda-lo a salvar Alice com as suas manjações (afinal, ele está na Dark Place a mais tempo que Alan, duh!)

Rose Marigold: É uma "ninfeta" que é fã do Alan. Eu só to botando ela aqui porque, mais tarde no jogo, ela toma um papél mais importante do que apenas mais um "comic relief". Ela trabalha na cafeteria que Alan frequenta no começo do jogo, e como eu disse, ela é fã, mas FANZAÇA mesmo. Sabe aquelas minas fãs de Justin Bieber que fica colecionando um monte de coisas, tipo fotos, pedaços de cabeço, cuecas, etc relacionados ao Justin? É quase isso que a Rose é como fã do Alan.

Cynthia Weaver: É a Lady of the Light (Moça da Luz) e ela tem esse apelido porque ela tem alguma espécie de obceção sexual com a luz porque ela fica andando pra lá e pra cá segurando um abajur ligado (mesmo que esteja de dia), provavelmente ela tem a mesma fobia que Alice. Ela tem total ciência da existência dos Takens e os vive combatendo. Ela também teve um caso com Tomas Zane (leia-se: adultério) lá nos anos 70, e meio que em homenagem ao Zane, ela passa o resto da vida dela tentando manter a Dark Place longe da existência de Bright Falls com suas bugigangas luminosas.

Tem outros personagens também, como os velhinhos da banda "Old Gods of Asgard", mas na minha opnião, esses acima que eu citei são os mais importantes.

JOGABILIDADE



Oba! Time to play! O que dizer sobre a jogabilidade, o "gameplay"? Simples, é um jogo de tiro em terceira pessoa, misturado com suspense e, supostamente, esse jogo pretendia te dar medinho e sustos a lá Silent Hill e Alone in the Dark, mas falha nesse quesito porque os caras da Remedy focaram tanto nesse esquema de tiro em terceira pessoa que o fator "medo" meio que ficou no limbo (isso também aconteceu com a série Resident Evil, só para esclarecer).

Agora, esse jogo mexe com a sua cabeça por causa dos diversos "mind blows" que o jogo compartilha. Tipo, depois que você zera o jogo, você nem tem mais esses mind blows, então é mais para quem ta jogando pela primeira vez. Você começa o jogo sem saber o que está acontecendo. Aliás, você começa naquele pesadelo que eu falei do Alan lutando contra o personagem do livro que ele fez (que é um Taken) e você nem sabe como matar o bixo, porque você fica atirando nele mas ele não leva dano! Aí você fica puto e decide atirar o Xbox 360 pela janela!

Só que calma lá! O jogo explica pra você! O esquema em Alan Wake pra matar não só os Takens, mas QUALQUER COISA, é o seguinte:

Luz.

Isso, cara. Usa aquela coisinha mágica chamada "Lanterna".

Mira essa coisa nos inimigos e pronto! Você tirou a escuridão que envolve os Taken. E é bem assim mesmo. Acontece que os Takens, ou qualquer outro tipo de inimigo, possuí uma espécie de casulo, que é a escuridão em si. E pra eliminar esse casulo, você usa a luz da lanterna e terá uma espécie de "foco" que diminui conforme você continua mirando focadamente a lanterna no inimigo, e quando o casulo se desfaz, acontece um feixe de luz, e aí SIM meu caro, você pode dar quantos tiros você tiver vontade, até o Taken virar queijo ralado!

Outra coisa é que nesse jogo tem uma pequena, mas decente, variedade de armas para serem usadas: uma pistola, uma shotgun, um rifle, um sinalizador, uma arma sinalizadora e flashbangs.



Eu digo que são decentes pois tirando a pistola, a shotgun e o rifle, o resto das armas são baseadas em luz. E o uso delas faz matar instantaneamente os seus inimigos, exceto o sinalizador que só faz espantar eles. Um tiro da arma sinalizadora é como se fosse um "hadouken" de luz, você atira nos inimigos e BOOM mata eles instantaneamente. O flashbang também, mas o flashbang não é tão precisa como a arma sinalizadora. Infelizmente não tem "melee weapons" nesse jogo.

Como muito jogo de suspense, não tem como evitar de fazer uns puzzles (enigmas) de vez enquando. As puzzles neste jogo nem são difíceis assim, dá pra levar de boa, mas tem uns meio chatos e entediantes, outros são até legaizinhos, onde você só precisa ir do ponto A pro ponto B. O jogo tem também um "radar", que sempre aponta o seu objetivo e para onde você tem que ir, bem "noob-friendly", só que fazendo isso você evita de pegar várias coletâneas que o jogo tem espalhado, uma tentativa patética que muitos jogos fazem para aumentar o fator replay (se já não bastasse as conquistas do Xbox 360 para isso).

Quando você está prestes a ser atacado por um Taken ou qualquer outro inimigo, você usa o LB do controle para esquivar. Segurando o mesmo botão para alguma direção, você faz Alan correr. Se sua esquiva foi sucessivamente feita, acontece um slow-motion maneirinho de Alan se esquivando do ataque. Você coleta e interage com as coisas apertando B, pula apertando A.

GRÁFICOS



Os gráficos estão muito bem feitos. Vale lembrar que o jogo foi feito em 2010, e para essa época, os gráficos de Alan Wake impressionam muito por causa do contraste com luz e sombras e das texturas utilizadas para os movimentos faciais e físicos dos personagens, relacionados a textura-ambiente do jogo. Porém, há momentos no jogo em que os personagens fazem uns movimentos "robóticos", mas são poucos, isso posso garantir. O jogo até faz uma brincadeira envolvendo cenas live-action no meio das cutscenes, acho que é mais pra causar a impressão de que os gráficos utilizados no jogo são tão bons quanto os er... "gráficos do mundo real". Enfim, os gráficos são excelentes e bem trabalhados, só alguns movimentos robóticos aqui e ali que estragam a essência do negócio.

TRILHA SONORA

O jogo usa várias músicas de artistas reais, e a qualidade dessas músicas são muito boas, e as músicas de ambiente (as que tocam durante as partes noturnas) também foram muito bem feitas, essenciais para "mergulhar" o jogador no suspense do jogo, e o tempo de uma música entrar e sair também é bastante precisa durante intersecções (mudança de cenários).

Os efeitos sonoros também foram bem feitos, o barulho do Alan caminhando entre os arbustos ou o chão raspado das colinas, dá para perceber a distinção delas, e os barulhos que os inimigos fazem, tem um único para cada tipo, essencial para saber que tipo de inimigo está vindo para te pegar.

COLETÂNEAS

Tem coisas nesse jogo que você fica coletando para completar uma "check-list" de coisas inúteis, é só algo para você fazer caso queira jogar esse jogo de novo e satisfazer seu lado "complecionista", para aqueles que amam fazer 100% de qualquer jogo: potes de café, ouvir estações de rádio, assistir o show de TV "NIGHT SPRINGS", etc. Porém, a coletânea mais importante são os Manuscripts (Manuscritos). Esses manuscritos são partes de um novo livro que Alan supostamente fez enquanto estava "fora de si" chamado Departure, e esses manuscritos revelam partes da história do jogo, para passar a idéia central do jogo de que "o escritor está vivendo a própria história", um dos mind blows que acontecem no jogo.

OUTRAS INFORMAÇÕES

O jogo é separado em capítulos. Ele possuí seis capítulos no total, e mais dois novos capítulos separados como DLC: The Signal e The Writer. Como esse jogo ele segue um estilo mais cinematográfico, não que nem Heavy Rain do PS3, mas perto disso, ele começa com uma introdução e termina com um encerramento. No episódio 2 em diante, tem até a frase Previously on Alan Wake seguindo a tradição que é feita em séries de TV. Tem momentos no jogo em que até live-action acontece nas cutscenes.

O jogo também possuí uma sequela, mas como Xbox Live Arcade: Alan Wake's American Nightmare. Esse eu também já joguei e vale a pena, tem coisas na jogabilidade que foram implementadas também, se você já jogou Alan Wake e gostou, eu recomendo pegar esse American Nightmare também.

CONCLUSÃO



Nota: 9/10

Esse jogo é quase um TENOUTTATEN para mim, só que eu sinto que faltou algumas coisas, como por exemplo, o fator de medo/terror quase nem existe, o que quebra a essencia desse jogo e passa a idéia de ser "só mais um jogo qualquer que ninguém vai se lembrar daqui alguns anos", só que tem que levar em conta todo o acervo que foi colocado dentro desse jogo: trilha sonora, trabalho gráfico, live-action... não é todo jogo que tem esse tratamento, porque tem que ter dinheiro no bolso, e muito, pra fazer um negócio desses. E tem também o enredo todo do jogo, pô. Mó trabalho bem feito de quem escreveu a história desse jogo, eu acho que esse jogo saiu-se muito bem, pegando assim, tudo que esse jogo possuí, no enredo e no trabalho cinematográfico em cima dele. Eu só fico meui chateado que quase ninguém tenha jogado esse jogo, mesmo deixando de ser exclusivo de Xbox 360 e tendo pra PC. No fim, só mostra que a Remedy saber fazer jogo, especialmente na parte cinematográfica.

Fonte das Imagens: GameFaqs; IGN; Youtube
more »

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Mad Review: Devil May Cry (DmC)


Prepare-se para um longo texto. Hoje falarei de um jogo recente que gerou muita polêmica entre os fãs. Falarei do Reboot da saga Devil May Cry que foi lançado para PS3, Xbox 360 e PC. Esse review é dividido em duas partes. A primeira falará da série tradicional e a segunda do reboot!



A ORIGEM DE TUDO

A saga Devil May Cry iniciou-se no PS2 e foi desenvolvido pela Capcom. Foi dirigido por ninguém mais, ninguém menos do que pelo japa Hideki Kamiya! “Quem? Himequi Kamija? Hikeji Jamyia? Quem é esse cara eu não...  fffffff.....não consigo nem falar o nome dele! Quem é esse cara?” Hideki Kamija foi o planejador de Resident Evil 1 e diretor de Resident Evil 2. Nada de especial! Só estava envolvido em 2 super hits da história dos games! Devil May Cry é no estilo Hack’n Slash que basicamente significa que você usa sua lâmina pra estraçalhar a renca de inimigos que querem te matar. Já existiam jogos assim entretanto esse foi o primeiro que trazia esse tipo de combate em um ambiente completamente 3D. Os jogos eram ambientados em cenários góticos e tinham uma trilha sonora esmagadora. Obviamente foi um sucesso. Veja um gameplay da primeira missão de Devil May Cry 3 para PS2.



Bem, eu não vou ficar me prolongando e contar a história dos 4 jogos da série principal. Por isso falarei somente dos personagens principais que estiveram presentes nas franquias.

Dante – É o personagem principal. Dante é um caçador de demônios. Cuida de casos sobrenaturais e possui um escritório chamado Devil May Cry, daí o nome do jogo “Nãão me diigaaa??”. Dante é filho de Sparda, um demônio ULTRA poderoso que se rebelou contra os outros de sua raça para salvar a humanidade. Sparda se casou com uma humana chamada Eva e o resultado disso tudo é Dante. Dante é um cara muito zuero que  tira sarro dos seus inimigos na cara deles. Esse tipo de personalidade é o que o faz ser tão amado pela legião de fãs espalhados pela Via Láctea. Ele luta com sua espada Rebellion que foi dada pelo seu pai e suas duas pistolas Ebony e Ivory. Essas são as armas principais dele. Ao longo da série ele usa várias armas peculiares que ele vai coletando conforme o decorrer dos jogos. Por ser meio demônio e meio humano, Dante é muito forte e extremamente ágil. Lâminas não são capazes de mata-lo. Ele ainda conta com o Devil Trigger, que o deixa temporariamente na forma de um demônio, aumentando consideravelmente seu poder.

Trish – Sócia de Dante, Trish é um demônio que usa uma forma humana no mundo real. A aparência dela é muito semelhante à de Eva, mãe de Dante. Além de também usar duas pistolas, Trish tem o poder de manipular raios e acertar seu alvo mesmo que ele esteja distante, ou seja, você não vai querer ser inimigo da loirona aí. E como ela conheceu Dante? De uma forma bem carinhosa. Invadiu seu escritório com uma moto, enfiou a espada dele no peito dele e o eletrocutou. Um amor de pessoa né? Daí ela atira a moto em cima dele, ele se cansa dessa bobagem toda (isso com a espada fincada no peito e recém-eletrocutado) e atira na moto antes de atingi-li, a moto explode, ele levanta (ainda com a espada fincada)e aponta a arma para Trish. Nisso ela confirma que ele é realmente o filho de Esparda e diz que está lá por que tinha um trabalho para ele. É a partir daí que começa o Devil May Cry 1.

Lady – Apareceu pela primeira vez no Devil May Cry 3: Dante’s Awekening. Lady é uma humana 100% humana MESMO que também caça demônios. A princípio ela tenta matar Dante diversas vezes já que o cara é um demônio também. Durante o decorrer do jogo os dois se aliam já que ela descobre que Dante também caça os demônios. Essa aí é a mais armada. Carrega com ela pistolas, metralhadoras, bazucas, bombas, mísseis nucleares, foguetes, estilingues, chumbinho, veneno de rato, naftalina, isca de boi, pombo-correio, vara de pescar ee...... tá. Não é tudo isso. Apenas as pistolas, metralhadora e a Kalina-Ann: sua bazuca com uma grande lâmina.



Nero – Nero é o protagonista de Devil May Cry 4. “O QUEEE?? Protagonista? E o Dante? Deixaram o cara de lado? Vou lá na Capcom tacar pedra na cara DELES!!!” Calma, calma, calma! Não é porque Nero é o protagonista do quarto jogo que Dante está de fora. Muito pelo contrário, ele está bem presente e deverá assumir o papel de protagonista no decorrer da história. Então calma ta? Pois bem, voltando ao Nero, ele é um dos Cavaleiros Santos da Ordem da Espada “Eita preula! Que disgrama é essa?”. O ambiente de Devil May Cry 4 é diferente dos 3 anteriores. Se passa em outra cidade onde eles reverenciam a imagem de Sparda. Nessa cidade existe a Ordem da Espada e Nero é um dos Cavaleiros Santos dessa ordem. O que ninguém sabe é que Nero possui um braço demoníaco chamado de Devil Bringer. Bom, fora esse segredo, Nero usa uma espada chamada de Red Queen, e uma pistola chamada de Blue Rose. Os traços dele lembram bastante o Dante.

Vergil – É o irmão gêmeo de Dante, porém, se tratando de personalidade, ele é o oposto do irmão. É frio, calado, extremamente calculista. Ele é o antagonista no DMC3. É aí que Dante e Vergil se encontram pela primeira vez e lutam brutalmente. Vergil usa apenas a sua katana chamada de Yamato. Sua força e velocidade são espantosas. Tempos depois Vergil luta contra Dante na forma de Nelo Ângelo. Essa forma foi criada por Mundus que é o próximo personagem que vamos tratar.





Mundus – Mundus é o Antagonista principal do DMC1. No passado ele alcançou o poder máximo no
mundo demoníaco. Ele planejou atacar o mundo humano mas foi impedido por... tcham tcham tchaaaammm.... ESPARDA, pai de Dante. Agora que ele está voltando em DMC1, Dante deve derrota-lo.







Bom, é isso que eu tive pra falar sobre os personagens. “Tá cara! Mas eu reparei uma coisa. Você não falou de nenhum personagem do DMC2. Ta muito desatento hein...”  Uhuuu!! Você reparou!! Muito bem!!



Nâo citei os personagens de DMC2 porque esse jogo é o mais odiado entre os fãs. Sério. Pode ser ignorado. Confie em mim. Só digo isso.

Bem agora vamos partir para o assunto principal.

O REBOOT

Após esses quatro jogos a Capcom decidiu passar os direitos de produção para uma empresa chamada de Ninja Theory. A própria Capcom pediu para criar algo novo pois o DMC tradicional era coisa de japonês e de fato era. Mesmo assim os fãs do mundo todo amavam. A Ninja Theory cumpriu a ordem da Capcom e criou um Devil May Cry que fosse mais compatível com o ocidente. Isso gerou mais polêmica do que mamilos.



Primeiro, o Dante. Agora ele é um rapaz de cabelo preto, cortado. É só mais um cara comum a primeira vista. Só esse pequeno fato já fez os fãs dispararem balas de adamantium no prédio da Capcom. Bom, por um lado é plausível a revolta dos fãs. Afinal já estávamos acostumados com o Dante “tradicional”, por outro lado, é ruim porque nem sequer viram o jogo e já estavam atirando pedras pra cima dos produtores. Calma lá véio! Segundo, o “primeiro tease trailer”:

Primeiro Trailer


Uma péssima primeira impressão foi passada aqui certo? Certo. Foi mesmo. Dante estava fumando. Aquele Dante que conhecíamos que era viciado em pizza e Sundae de morango agora está fumando. É de deixar a galera revoltada mesmo. Esse vídeo tem mais “dislike” do que “like”. Foi exatamente com essa apresentação que o jogo recebeu um péssimo conceito. Não é pra menos. Botaram um cara esquisito pra chuchu preso em uma sala. Daí esse mesmo cara dá umas “fumada” por aí e no final ele fala que é o Dante. Eu confesso que fiquei extremamente irritando quando vi também. Bom mas é fato que as coisas mudaram conforme o tempo foi passando. Novos vídeos foram liberados e a parte de Dante fumar foi retirada. Foram mostrados alguns gameplays e poxa, a coisa toda estava ficando muito boa. O combate parecia ser bem fluído e os gráficos eram excelentes. No final das contas tivemos um ótimo jogo. Vamos agora analisar os fatores.



ENREDO

Bom, agora estamos em uma ambientação ocidental hardcore. Logo no começo nós vemos o Dante numa PARTY HARD e depois vemos ele levando duas garotas para seu trailer para....... brincar de casinha. Então logo aí nós podemos notar a mudança do Old Dante para o New Dante. O Old Dante, o cara que apesar da atitude de tirar sarro e tudo mais, era um cara sério e de uma certa forma centrado. Podemos ver isso claramente no DMC4. O New Dante é de uma certa forma um “vagabundo” que mora num trailer, vai para baladas e brinca de médico com as garotas “Não era de casinha??” Cale-se.

Certo, aí na manhã seguinte ele vê na TV um jornalista mostrando uma gravação da “Ordem”, um grupo de “terroristas”, onde um cara mascarado falava “Demônios, vocês foram descobertos” e coisa e tal. O jornalista da TV diz que esses terroristas dão enjoo e diz que Dante é o pior deles. Poxa! Dante nem sabe que parada é essa de terroristas...  Mas enfim, logo saberemos porque.

Daí alguém bate na porta dele e ele vai lá todo peladão atender. É sério. O cara tava peladão e quando atendeu ele vê uma jovem moça, Kat. Ela diz que ele foi descoberto e aí o cenário começa a se transformar. Dante estava entrando no limbo. O limbo é a coexistência do mundo real com o mundo demoníaco, ou seja, um caos. No meio desse caos todo um grande demônio caçador aparece para matar Dante e um monte de demônio o acompanha. É aí que o jogo começa. Antes de falarmos do gameplay, Dante enfrenta  esse caçador com a ajuda de Kat o guiando através do limbo e depois acaba reencontrando seu irmão Vergil. Aqui você não é oponente de Vergil como em DMC3 e sim seu aliado. Aliás, você se alia a ele no decorrer da história. Ele é o líder da “Ordem” e diz que o mundo em que eles vivem é dominado pelos demônios. Os demônios estavam em todo o lugar: na televisão, nas bebidas, no banco. Na minha humilde opinião essa foi uma boa sacada da Ninja Theory. Representaram essas coisas como demônios. As bebidas, televisão, dívidas no banco são coisas que realmente escravizam as pessoas. Voltando a história, o manda-chuva dessa parafernalha demoníaca é quem??? QUEEEEMM? Mundus!! Ele é o dono do maior banco do país e controla toda a raça humana com dívidas. Além disso ele manipula a televisão e a fabricação das bebidas. Vergil explica para Dante que Mundus foi o responsável pela Morte da sua mãe, Eva, que era um anjo, e a punição eterna para seu pai, Sparda, que era um demônio. Durante o jogo, Dante enfrenta os demônios para poder enfrentar Mundus. De uma forma extremamente resumida é esse o roteiro. Não revelarei mais detalhes porque eu estaria revelando demais. Vá jogar para saber.



GAMEPLAY

A essência é a mesma. Você anda, pula e arregaça os demônios com sua espada Rebellion e suas pistolas Ebony e Ivory. O combate foi bem aperfeiçoado e a possibilidade de combos é bem ampla logo no começo. Ela vai aumentando conforme você consegue novas armas e  melhora as suas habilidades. Uma coisa nova é o controle da câmera. Antes não tínhamos esse controle e agora temos o controle total. Os movimentos de Dante podem ser evoluídos conforme você vai jogando e coletando “pontos”. O combate vai ficando mais difícil conforme você progride por causa dos diferentes tipos de inimigos que vão aparecendo. Alguns tem um ponto fraco específico, outros não podem ser atingido com determinado tipo de arma. Tudo isso vai deixando o jogo bem desafiador.




ELENCO

Dante - Agora é um jovem revolts rebelde que vive sozinho em um trailer. Desconhece sobre sua origem e sobre sua família. No decorrer das primeiras missões ele se alia à Ordem para derrotar Mundus.

Vergil - Irmão gêmeo de Dante. Ao contrário do irmão, Vergil é cuidadoso e calmo. É o líder da Ordem e hacker. Sabe todos os esquemas de Mundus e planeja diversas estratégias para derrota-lo.

Kat - A jovem Kat é uma humana comum que consegue visualizar o limbo. Foi salva por Vergil quando era mais jovem e aprendeu bastante com ele. É a guia de Dante em algumas missões.

Mundus - O cara que governa tudo através da dívida. Mundus é o supremo dessa bagaça e está tentando rastrear Dante a qualquer custo.

Tem mais? Tem. Só que não dá pra falar porque eu estaria revelando mais detalhes sobre a história e acabaria com a graça!




TRILHA SONORA

Os jogos de Devil May Cry sempre foram marcados por possuírem uma trilha pesada. Não foi diferente aqui. Toda vez que entramos em combate nós ouvimos uma espécie de trash metal com uns berros grotescos. Há quem goste, há quem não. Gosto não se discute. Fato é que a trilha combina bem dá uma ambientação legal para o combate. Não ia ficar legal uma luta intensa e barulhenta tocando um Bob Marley no fundo né...

FINALIZANDO...

O resultado final ficou ótimo. Eu mesmo quebrei a cara quando vi. Critiquei pra caramba e o presente que recebi foi um bom jogo. O problema é que ele é curto. Pra quem conhece os DMCs anteriores esse aqui não vai ser problema para terminar. Pelo menos por enquanto. Quando você termina o jogo é destravada uma dificuldade maior para jogar. E depois maior, e depois maior, e depois maior. Até que a última, chamada de Hell or Hell, qualquer dano que você levar você morre de primeira. É um belo de um desafio. Pra aqueles que são fãs incondicionais do DMC tradicional eu vos digo: Jogue como se fosse outro jogo e não um Devil May Cry. Vou deixar um vídeo do jogo para vocês.



more »
© 2013 Mad Joystick. WP Theme-junkie converted by Bloggertheme9